Aldair Alves Sobrinho, conhecido como Dairinho, estava foragido desde agosto e foi localizado na zona rural de Cromínia; caso envolve as mortes de Lucivane Batista Tavares e do radialista Célio Pereira da Silva
Aldair Alves Sobrinho, de 59 anos, conhecido como Dairinho, morreu após um confronto com policiais militares na noite de sábado (12), na zona rural de Cromínia, no sul de Goiás. Ele era procurado desde o início de agosto, quando passou a ser investigado pelas mortes da ex-companheira, Lucivane Batista Tavares, de 50 anos, e do radialista Célio Pereira da Silva, de 66 anos.
Segundo as investigações divulgadas pelas autoridades, o ataque ocorreu no dia 2 de agosto, em uma propriedade rural de Cromínia. Célio foi atingido por golpes de faca e morreu ainda no local. Lucivane também foi ferida durante a ação e chegou a ser socorrida, mas morreu três dias depois, enquanto estava internada em Goiânia.
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O caso é investigado como feminicídio, em relação à morte de Lucivane, e homicídio, no caso do radialista. As autoridades continuam apurando as circunstâncias e os detalhes relacionados aos crimes.
Dairinho foi localizado por uma equipe da Companhia de Policiamento Especializado (CPE) de Caldas Novas, que vinha reunindo informações sobre o possível paradeiro do investigado. Durante a abordagem, houve uma troca de tiros com os policiais. Aldair foi baleado e morreu em decorrência dos ferimentos. A morte foi confirmada nesta segunda-feira (14).
As circunstâncias do confronto deverão ser apuradas pelas autoridades competentes, que deverão esclarecer como ocorreu a troca de tiros entre o suspeito e os policiais militares.
De acordo com informações divulgadas durante a investigação, Lucivane possuía uma medida protetiva contra o ex-companheiro. A determinação judicial estabelecia que Aldair não deveria se aproximar dela. Segundo relatos divulgados após o crime, ele já havia sido preso anteriormente por descumprimento da medida e posteriormente colocado em liberdade.
Após o ataque, Aldair teria telefonado para um dos filhos que teve com Lucivane e informado que havia cometido os crimes. Na sequência, fugiu e passou a ser procurado pelas forças de segurança.
A morte do radialista Célio Pereira da Silva provocou comoção entre familiares, amigos e colegas de profissão. Ele trabalhava na Rádio Fênix, em Pontalina, onde apresentava programas musicais durante a semana e aos domingos.
Com a morte de Aldair durante o confronto, chega ao fim a busca pelo principal investigado pelos assassinatos. A investigação, no entanto, deverá prosseguir para esclarecer as circunstâncias dos crimes e também a dinâmica do confronto que terminou com a morte do suspeito.
Fonte: Metrópoles, com informações de veículos da imprensa de Goiás.
Crédito das fotos: Reprodução/Redes sociais.

