Feiras livres poderão se tornar patrimônio cultural e imaterial em Goiás

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Além de manter nossas tradições, as feiras livres fomentam a economia, incluem no comércio dos produtos os pequenos produtores, agricultores familiares, artesãos e microempreendedores

Completando o total de quatro projetos apresentados em Plenário, o deputado estadual Amilton Filho (MDB) quer que a Casa declare patrimônio cultural e imaterial no Estado de Goiás as feiras livres. Uma das atividades humanas mais ancestrais, as feiras livres são, para Amilton, um patrimônio histórico, cultural e econômico e social, já que desempenham papel fundamental na proteção e na preservação da cultura e das tradições goianas.

“Além de manter nossas tradições, as feiras livres fomentam a economia, incluem no comércio dos produtos os pequenos produtores, agricultores familiares, artesãos e microempreendedores, que geram renda e empregos diretos e indiretos que envolvem vendedores, transportadores, carregadores e muitas outras atividades paralelas”, explica Amilton.

O parlamentar argumenta ainda que, como 63% das propriedades rurais fazem parte da agricultura familiar e são responsáveis por grande parte dos produtos alimentícios frescos (legumes, verduras, frutas e grãos, além de ovos derivados de leite, mel, farinhas, doces etc) presentes na mesa dos brasileiros, as feiras livres são a garantia de que a produção desses trabalhadores será escoada e comercializada. 

“Sem contar o viés econômico, as feiras livres são espaço de socialização e de preservação cultural e das tradições que, por meio deste espaço, têm sido e serão transmitidos de geração em geração”, concluiu o deputado.

Fonte: Gabinete Dep. Amilton Filho
Foto: Reprodução/Alego